Assembleia Extraordinária

São Sebastião, segunda-feira, 20 de maio de 2013

No dia 25 de maio, a Comissão de Educação do Sindserv, juntamente com a diretoria do Sindicato, chamam a categoria para voltar às discussões quanto aos ganhos com a aplicação da Lei do Piso e, ações referentes alterações no referido Decreto.

Não menos importante também, a volta das discussões sobre o Estatuto do Magistério. Um direto adquirido dos educadores!

Proposta de alteração da Comissão de Educação, discussão para propostas de ações para a regulamentação das funções dos professores de Educação Física – Seesp; direitos e benefícios aos profissionais da educação. Ações referentes ao desconto indevido do Siproem, entre outras questões pertinentes.

A primeira convocação será às 13h e a segunda convocação às 14h, na sede do Sindicato.

O Sindserv fica na Rua José David do Vale, 33 – Centro, mais informações pelo telefone: (12) 3892-1545 - E-mail comissaoeducacao@sindserv.com


Professor compareça! Venha fazer parte desta Luta pelos seus direitos!

Campanha de vacinação da gripe segue até o dia 10

São Sebastião, quarta-feira, 8 de maio de 2013


Sindserv
Campanha de vacinação
 


“Saúde também promoverá campanha para detecção precoce do câncer de
boca para idosos”

O prazo para vacinação contra a gripe foi prorrogado em todo o país até o dia 10 de maio. O prazo maior é necessário para dar mais tempo para as pessoas se imunizarem.
Em conjunto com a Campanha de Vacinação outra importante ação é desenvolvida por profissionais da área de odontologia, o exame de detecção precoce do câncer de boca para os idosos.
Durante a campanha, todas as unidades de saúde terão a vacina à disposição.
Quando houver indicação, também serão administradas aos idosos as vacinas: dupla adulto (contra a difteria e o tétano) e a pneumo23 (contra o pneumococo). Eles ainda serão encaminhados para o exame de câncer bucal na sequência. Vale lembrar que a vacina contra a influenza pode ser administrada simultaneamente com outras vacinas ou medicamentos.
A imunização é indicada para indivíduos de 60 anos ou mais; crianças com idades entre 6 meses e 2 anos; mulheres em qualquer período da gestação;
puérperas (até 45 dias após o parto); trabalhadores da saúde; povos indígenas a partir dos 6 meses e pessoas portadoras de doenças crônicas mediante prescrição ou receita médica (conforme listagem definida pelo Ministério da Saúde, em conjunto com sociedades científicas).

Orientações

É necessário que as pessoas levem documento de identificação, o cartão de vacina, e no caso de diabéticos, cadastrados nos serviços públicos, o cartão de acompanhamento. O cartão é importante para ser atualizado e garantir a correta aplicação das doses. Já os pacientes com doenças crônicas problemas cardíacos, pulmonares, transplante de rim, obesidade, deficiência
mental e outros) devem apresentar prescrição médica. O mesmo vale para os usuários da rede privada ou conveniada.

Câncer Bucal

O exame para a detecção do câncer de boca é simples, rápido, indolor e muito importante na detecção de alterações bucais, incluindo o câncer.
No país é a quinta neoplasia maligna mais frequente na população masculina.
Embora a doença possa atingir pessoas jovens, inclusive crianças (casos raros), normalmente começa aparecer com maior frequência na população a partir dos 40 anos.
As principais causas do câncer bucal são: o consumo do tabaco (cigarro, cachimbo e outros), uso regular de bebida alcoólica, infecção bucal pelo vírus HPV de alto risco (HPV-16, HPV-18) e, na parte dos lábios, a exposição solar de longa duração e frequente, comum a todos os trabalhadores cujas atividades são realizadas ao ar livre, como construtores, pescadores, agricultores, etc, ou que praticam atividades de esportes sem proteção do filtro solar labial.
Como não há queixas de dor, a grande maioria das pessoas vítimas da doença não procura ajuda médica ou odontológica na fase inicial da doença, quando as chances de cura são as melhores possíveis, inclusive com altas taxas de sobrevida e com sequelas menores.


Atenção:
Servidores procurem os postos de saúde, junto com sua família, e
protejam-se!

*Esta matéria contou com a colaboração da representante do Sindserv, no
Comus, Dra. Tânia Sarak.

Ivan afirma em Tribuna que aguarda diálogo com administração até dia 21 de maio

São Sebastião, quarta-feira, 8 de maio de 2013


Sindserv
O pagamento de funcionários não pode ser relacionado ao repasse dos royalties
 


“Dia 21, penúltima sessão de Câmara do mês, é a data limite para a administração se posicionar quanto ao reajuste e benefícios aos servidores”
 
Na noite de terça-feira, 7 de maio, o presidente do Sindserv, Ivan Moreira Silva, fez uso da Tribuna da Câmara, após sessão, para enfatizar o apelo quanto a importância da valorização dos servidores públicos municipais, proporcionando reajuste e benefícios dignos à categoria.
Ivan enfatizou que há três anos os servidores não têm a reposição real, salarial. Os vales alimentação e refeição estão defasados, de acordo com índice do Dieese. “Além do reajuste adequado e justo, também pleiteamos um auxílio funeral aos servidores, pois quando falecem seus familiares têm que ficar atrás dos políticos, vereadores, para conseguir um funeral para aquele servidor”, comenta Ivan, ratificando que este é um pedido para que o funcionário tenha seu funeral com o mínimo de dignidade.
Além da Campanha salarial, o presidente ratificou a campanha socioeconômica e, fez um apelo ainda para o fim dos assédios morais que ocorrem na administração, respondendo aos questionamentos de vereadores, inclusive a respeito, que existem, atualmente, cerca de 400 processos administrativos contra servidores de carreira, e que os que foram demitidos, brigam, através do jurídico do Sindserv, para reintegração. “Isso é um absurdo, pois o servidor que foi demitido, arbitrariamente, por pura política conseguirá, pela justiça, ser reintegrado, ter todos seus direitos de volta e, com certeza pleiteará sua indenização por dano moral e material, e isso, infelizmente sai do erário, por irresponsabilidade do gestor que permitiu essas demissões”, enfatiza Ivan, lembrando que esses pagamentos, de indenizações, saem dos cofres públicos, através dos recolhimentos da população, onerando o erário.
Por fim, o presidente afirmou que aguarda um diálogo com a administração até o dia 21 de maio, penúltima sessão de Câmara, a qual espera que o prefeito envie para o legislativo uma proposta digna ao servidor. “Se o prefeito quiser mandar algum recado para o servidor, ele pode me chamar, pois fui eleito, pelos servidores, para representa-los e lutar por seus direitos! Portanto, aguardo um posicionamento da administração e fico a disposição para negociações”, finaliza.
Ao final da sessão, o Sindserv disponibilizou um telão, do lado de fora da Câmara, com imagens o debate, que ocorreu no Sindserv, agosto de 2012, onde o atual prefeito se comprometeu com a categoria e, inclusive afirmou que diálogo sempre houve com o órgão de classe... “Já aconteceram duas assembleias para tratar do dissídio, a pré-proposta e a proposta final já foram protocoladas na prefeitura e até o momento ninguém, da administração, se manifestou ou sinalizou qualquer diálogo ou negociação”.

Royalties não é desculpa para reajuste
A desculpa do momento para não fazer o reajuste ou conceder os benefícios é a diminuição dos valores no repasse dos royalties. Sendo que, as receitas recebidas a título de compensação financeira advindas do Fundo Especial de Royalties/ Petróleo podem ser aplicadas em energia, pavimentação de rodovias, abastecimento de água, recuperação e proteção ao meio ambiente e saneamento básico, nos termos suscitados no ordenamento jurídico. Ocorre que, de acordo com o artigo 8º, da Lei 7.990/89, veda sua utilização (royalties) apenas no pagamento de dívida e no quadro permanente de pessoal.

Logo, o pagamento de funcionários não pode ser relacionado ao repasse dos royalties. 

Confira o Video do Presidente do Sindserv na Tribuna da Câmara

Conselheiro do FAPS apresenta situação financeira e atuarial da instituição

São Sebastião, quarta-feira, 8 de maio de 2013

O ano de 2012 a composição da carteira de renda fixa era basicamente formada por títulos públicos do Governo Federal e outras aplicações com rendimentos vinculados a eles.
Segundo o conselheiro eleito, Fábio Daltoé, o FAPS tinha aproximadamente 65% do total dos investimentos da carteira nestas posições, “ficamos até surpresos com a alta rentabilidade que tivemos. Isto tem uma explicação: os valores de mercado dos títulos estão diretamente relacionados com a taxa de juros do Governo Federal, que é a Selic, quando os juros caem o valor de mercado desses títulos sobem e quando os juros sobem, o valor de mercado desses títulos caem”, explica.
A taxa selic começou 2012 em 11% ao ano e no decorrer do período, até dezembro de 2012, a taxa foi baixando chegando em 7,25 % ao ano.
Aconteceu então que com essa queda a carteira valorizou, teve um rendimento bem acima da meta que é estipulada pelo Governo (IPCA + 6% ao ano). “O IPCA – índice que é usado para medir a inflação – ficou em 6,19% ao ano, então a meta era de 12,19% ao ano, porém atingimos 20,53% de rentabilidade no ano de 2012, bem acima da meta”, afirma o conselheiro. “Em 31 de dezembro de 2011, o saldo da nossa carteira era de R$ 522 milhões chegando a R$ 635 milhões em 31 de dezembro de 2012. Uma diferença positiva de cerca de R$ 113 milhões”, enfatiza.

Avaliação Atuarial

A legislação em vigor determina que seja feita a avaliação atuarial no início de cada ano. Essa avaliação é importante para analisar a situação financeira atual e projetar a necessidade financeira futura do FAPS.
No fim do mês de março, o FAPS concluiu a avaliação atuarial. Conforme o estudo feito, o resultado foi de Superávit de R$ 6,18 milhões com o total de investimentos em 31 de dezembro de 2012. “Para nós isso quer dizer que estamos com uma tranquilidade financeira, com a garantia de que não teremos problemas com as obrigações financeiras do FAPS”, Pontua Fábio Daltoé.

Situação no início de 2013

Atualmente, com a taxa de juros em 7,5% ao ano e com a tendência de alta,houve a necessidade de alteração nos investimentos do FAPS. “Fechamos os primeiros três meses do ano com um rendimento aproximado de 0,79% em nossa carteira (meta era de 3,44%), este valor refere-se à diferença de resultados positivos e negativos nos meses de janeiro a março”. O conselheiro afirma ainda, que no último dia do mês de março, o FAPS fechou sua planilha com saldo aproximado de R$ 639 milhões.
Para Fábio Daltoé, o objetivo atual dos investimentos do FAPS é primeiro defender o dinheiro que se ganhou até o ano passado para depois buscar a rentabilidade.
Daltoé conclui agradecendo ao Sindserv por disponibilizar um espaço em seu periódico para apresentar a situação financeira e atual do FAPS, “já que este informativo atinge a praticamente todos os funcionários públicos municipais, comprova que o Sindicato esta preocupado em mostrar o estado que se encontram todos os órgãos ligados aos servidores. Como sou um dos representantes dos funcionários públicos municipais, gostaria de dizer que estou à disposição dos mesmos para prestar mais esclarecimentos que se fizerem necessários sobre os investimentos do FAPS“, finaliza.

A reportagem tentou, várias vezes, contato com os demais conselheiros eleitos, Osvaldo Gonçalves e André Chagas, para darem seus depoimentos a respeito também, porém não obtivemos retorno. Contudo, o Sindserv deixa um espaço, no periódico, aberto, para se os mesmos quiserem se manifestar.

Presidente do Sindserv concede entrevista à rádio Morada

São Sebastião, quarta-feira, 8 de maio de 2013


Sindserv
Presidente do Sindserv, Ivan Moreira Silva, concede entrevista à rádio Morada
 


Na manhã desta terça-feira, 7, o presidente do Sindserv, Ivan Moreira Silva concedeu uma entrevista no jornal da rádio Morada “A voz do Povo” para esclarecer alguns assuntos sobre o Dissídio Coletivo, defendendo o justo reajuste e benefícios à categoria.


Na ocasião, voltou a fazer um apelo para o fim de assédio moral e enfatizou ainda a questão da disputa política que esta na cidade hoje. “Independente de quem seja o prefeito, esperamos o respeito, a valorização e as condições adequadas e melhoras no trabalho”, finaliza.

Clique aqui para escutar a Entrevista